<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Mística Feminina</title>
	<atom:link href="http://feminista.wordpress.com/2006/12/26/mistica-feminina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://feminista.wordpress.com/2006/12/26/mistica-feminina/</link>
	<description>artigos e livros feministas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Dec 2009 18:42:16 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Vaticano distorce palavras de Betty Friedan para enaltecer lavadora de roupas &#124; Trezentos</title>
		<link>http://feminista.wordpress.com/2006/12/26/mistica-feminina/#comment-210</link>
		<dc:creator>Vaticano distorce palavras de Betty Friedan para enaltecer lavadora de roupas &#124; Trezentos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 00:52:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://feminista.wordpress.com/2006/12/26/mistica-feminina/#comment-210</guid>
		<description>[...] Na introdução, ao explicar o desânimo e a frustração que acometiam as mulheres de classe média que vivam apenas para os cuidados com a família, Betty Friedan descreveu a vida durante o pós Segunda Guerra: Nos quinze anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, esta mística de realização feminina tornou-se o centro querido e intocável da cultura americana contemporânea. Milhões de mulheres moldavam sua vida à imagem daquelas bonitas fotos de esposa suburbana beijando o marido diante do janelão da casa, descarregando um carro cheio de crianças no pátio da escola e sorrindo ao passar o novo espalhador de cera no chão de uma cozinha impecável. Faziam pão em casa, costuravam a roupa da família inteira e mantinham a máquina de lavar e secar em constante funcionamento. Mudavam os lençóis duas vezes por semana, em lugar de uma só, faziam cursos de tapeçaria e lamentavam suas pobres mães frustradas, que haviam sonhado seguir uma carreira. Seu sonho único era ser esposa e mãe perfeita. Sua mais alta ambição, ter cinco filhos e uma bonita casa. Sua única luta, conquistar e prender o marido. Não pensavam nos problemas do mundo para além das paredes do lar e, felizes em seu papel de mulher, desejavam que os homens tomassem as decisões mais importantes, e escreviam, orgulhosas, na ficha do recenseamento: «Ocupação: dona de casa». Fonte: FRIEDAN, Betty. Mística Feminina. Petrópolis: Vozes, 1971. p. 18 [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Na introdução, ao explicar o desânimo e a frustração que acometiam as mulheres de classe média que vivam apenas para os cuidados com a família, Betty Friedan descreveu a vida durante o pós Segunda Guerra: Nos quinze anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, esta mística de realização feminina tornou-se o centro querido e intocável da cultura americana contemporânea. Milhões de mulheres moldavam sua vida à imagem daquelas bonitas fotos de esposa suburbana beijando o marido diante do janelão da casa, descarregando um carro cheio de crianças no pátio da escola e sorrindo ao passar o novo espalhador de cera no chão de uma cozinha impecável. Faziam pão em casa, costuravam a roupa da família inteira e mantinham a máquina de lavar e secar em constante funcionamento. Mudavam os lençóis duas vezes por semana, em lugar de uma só, faziam cursos de tapeçaria e lamentavam suas pobres mães frustradas, que haviam sonhado seguir uma carreira. Seu sonho único era ser esposa e mãe perfeita. Sua mais alta ambição, ter cinco filhos e uma bonita casa. Sua única luta, conquistar e prender o marido. Não pensavam nos problemas do mundo para além das paredes do lar e, felizes em seu papel de mulher, desejavam que os homens tomassem as decisões mais importantes, e escreviam, orgulhosas, na ficha do recenseamento: «Ocupação: dona de casa». Fonte: FRIEDAN, Betty. Mística Feminina. Petrópolis: Vozes, 1971. p. 18 [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
